A língua ponderada, favorece o juízo.
A língua leviana, descortina a imprudência.
A língua alegre, espalha o otimismo.
A lingua triste, semeia o desânimo.
A língua generosa, abre caminho à elevação.
A língua maledicente, cava despenhadeiros.
A língua gentil provoca o reconhecimento.
A língua atrevida, atrai o ressentimento.
A língua serena, produz calma.
A língua fervorosa, impõe confiança.
A língua descrente, invoca a frieza.
A língua bondosa, auxilia sempre.
A língua descaridosa, fere sem perceber.
A língua sábia, ensina sempre.
A língua ignorante, complica tudo.
A língua nobre, cria o respeito.
A língua sarcástica, improvisa o desprezo.
A língua educada, auxilia a todos.
A língua inconsciente, gera o desequilíbrio.
A língua é a bússola de nossa alma, por que em verdade, ela é a força que abre as portas do nosso coração às fontes da vida ou às correntes da pertubação e da morte, é portanto, a língua a configuração de nosso retrato moral.
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