terça-feira, 21 de setembro de 2010

Consumo de vinho melhora raciocínio

Beber moderadamente faz bem pra cabeça.Ainda mais se for vinho, diz estudo feito ao longo de sete anos com 5.000 homens e mulheres em Tromso, norte da Noruega.
Quem bebia de forma moderada-quatro ou mais vezes em duas semanas-foi melhor que testes medindo funções congnitivas do que os totalmente abstêmios ou que bebiam pouco-uma vez ou menos no mesmo período.
A idade média dessas pessoas era de 58 anos.O estudo foi publicado na revista médica "Acta neurologica Scandinavica" por Kjell arne Amtzen, da Universidade de Tromso, e mais tres colegas.
Os autores admitem que a conclusão pode ter sido influência de fatores não testados, como dieta e profissão.
Em compensação, o estudo controlou idade, educação, peso e doenças.
Em mulheres, o fato de não beber esteve associado a desempenho cognitivo "significativamente" mais baixo.
O maior risco de função cognitiva pobre esteve em abstêmios.entre homens, resultados sugerem sugerem menos disfunção cognitiva em consumidores de vinho e cerveja, escreveram Amtzen e cia.
Os autores anotavam só a frequência do consumo, não a quantidade, por isso afirmam que as diferenças entre homens e mulheres podem estar ligadas a diferentes níveis de consumo.
Para R. Curtis Ellison, do Centro Médico da Universidade de Boston, esses resultados confirmam outros:"A associação entre consumo moderado de alcool e função cognitiva foi investigada em 68 estudos".
Além do melhor desempenho cognitivo, o álcool em doses discretas ajudou a reduzir o risco de demência, taqnto a vascular quanto a doença de Alzheimer.
Não há consenso sobre o que pode causar o efeito benéfico do consumo de álcool.
Pode ser a presença de antioxidantes como os polifenóis; ou o próprio álcool etílico fortaleceria as artérias e reduziria inflamações, o que melhoraria o fluxo de sangue.
Os testes cognitivos envolviam memória verbal de curto prazo, escala de inteligência Wechsler e teste psicomotor. Como esperado, os índices foram menores para mais velhos, menos educados, fumantes, deprimidos, diabéticos e hipertensos.
"Um maior nível de eidência seria uma revisão sistemática de ensaios clinicos randomizados", comente o médico Rubens Baptista Junior, professor de metodologia científica e coordenador de pós-graduação em Gestão de Saúde do Senac-SP.
Não estou questionando o estudo, mas ele é um elemento que tem que se juntar a muitos outros para tirar esta conclusão, um cuidado que todo cientista deve ter.
Há muitos fatores que precisam ser isolados, afirma Baptista."Não é por que existem correlações que elas são causais", diz o médico, também professor na Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Os próprios autores revelaram preocupações com a metodologia."Um efeito positivo do vinho pode ser devido a fatores de confusão como status socioeconômico e hábitos alimentares e de outro estilos de vida mais favoráveis", escreveram.
É provável que bebedores de vinho tenham uma dieta mais saudável do que tomadores de cerveja e destilados.
O consumo médio, no estudo, foi de um copo em 14 dias para mulheres e três copos para os homens.
  • De taça em taça
  • Longevidade
  • O consumo aumenta a expectativa de vida.Pesquisadores acompanharam homens por 40 anos. Quem bebia menos de meia taça por dia viveu 5 anos a mais do que quem não bebia nada.O vinho reduziu o risco cardíaco.O estudo publicado no "Journal of Epidemiology and Community Health", em 2009.
  • Sobrevida
  • Em 2009, pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Yale ligaram o consumo moderado à maior chance de sobrevivência em pacientes com linfoma não Hodgkin.Foram acompanhadas 546 mulheres.Das que tomavam vinho, 76% viveram ao menos mais cinco anos, em comparação com 68% das que não bebiam.
  • Esôfago
  • Uma taça por dia reduz em 56% o risco de esôfago de Barrett, doença que lesa o revestimento do tubo e é precursora do cancêr de esôfago. O estudo, publicado em 2009 na "Gastroenterology", analisou 953 pessoas em quatro anos.Pesquisas australianas i irlandesas também ligaram o vinho à proteção do esôfago.
  • Coração
  • O consumo moderado aumenta o nível de ômega-3 no corpo, gordura protetora contra doenças coronárias. A conclusão é de uma pesquisa publicada no ano passado no "American Journal of Clinical Nutrition" que analisou 1.600 pessoas na Europa.
  • Visão
  • O revesratrol, substância encontrada nas uvas, protege os vasos dos olhos de danos causados pela idade. A pesquisa foi publicada neste ano no "American Journal of Pathology"

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

FRASE DO DIA

O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.
O que é teu desejo, assim será tua vontade.
O que for tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino.
Brhadaranya Upanishad.

domingo, 22 de agosto de 2010

PRÓSTATA: evite os problemas

Se voce chegou aos 45 anos, é hora de se preocupar coma próstrata.ela pode lhe trazer problemas, sendo o câncer o maior deles.O certo é consultar o médico periódicamente para evitar sustos.
A maioria dos homens só toma conhecimento desse órgão a partir dos 40 anos de idade.E apenas quando percebem que estão tendo dificuldades para urinar, que o sono é interrompido para uma ida ao banheiro, no esforço quase sempre frustrado de esvaziar a bexiga."É problema de próstrata", alguém diz, e vem o pavor de duas coisas: submeter-se a um exame que, para suprema humilhação de alguns homens, consiste num toque retal e, caso haja necessidade de extirpação cirúrgica da próstrata, a possibilidade-Deus o livre-de ficar impotente.Com macho brasileiro é assim;tudo o que pode significar problema na área sexual deixa-o de cabelo em pé.
A próstata é uma glândula sexual localizada na base da bexiga, sendo atravessada pela uretra, canal por onde a urina e o esperma são eliminados.Sua função é produzir parte do líquido seminal expelido durante a ejaculação.Essa secreção é fundamenteal pra nutrir e preservar os espermatozóides produzidos nos testículos-daí ser a próstata um órgão essencial do aparelho reprodutor masculino.E como acontece com qualquer outra parte do corpo humano, com o passar dos anos essa glândula também fica vulnerável a doenças.segundo dados de 1966, do Instituto Nacional do Cancêr, a próstrata está relacionada ao segundo tipo de cancêr fatal entre os homens-só perde para o de pulmão.As estatísticas não mentem: de 15% a 20% da população masculina acima dos cinquenta anos desenvolve cancêr de próstata.Um número relativamente pequeno se comparado a hiperplasia prostática benigna, outra doença que afeta o órgão e que se caracteriza por seu crescimento exagerado.Cerca de 50% dos homens acima dos 50 anos e 90% acima dos 80 desenvolvem a hiperplasia.No entanto, ao contário do cancêr, essa fisfunção não é fatal, apesar de merecer cuidados.Mas como saber se a próstrata cresceu além da conta?
Num organismo jovem e sadio, ela tem o tamanho de uma castanha, com 2,5 cm de diãmetro e 20g de peso, características da glândula num adulto na casa dos vinte anos de idade.A partir dos 30, ela pode avolumar-se um pouco mais e chegar a 25g.Isso é normal.Números acima desses valores, constatados a partir do 45 anos, configuram um quadro de anormalidade.Afinal, o crescimento excessivo pode estar associado à hiperplasia ou ao cancêr.O exame clínico, feito anualmente a partir dos 45 anos, é uma das maneiras de acompanhar essas transformações e evitar problemas.trata-se do temido toque retal, que consiste em o médico tatear a próstrata em busca de algum indício de doença: bastam 15 segundos, em média, para verificar se tudo está ou não em ordem.
__Crescimento benigno__
Tantoa hiperplasia quanto o canc~er de próstata não apresentam causas bem definidas.Além da idade, existem suspeitas de que essas doenças estejam relacionadas à predisposição genética e a disfunções hormoniais, que também se manifestam à medida que os anos passam.No primeiro caso, estão os fatores hereditários.No segundo, o desequilíbrio entre a testosterona(hormônio masculino)e outros hormônios, como o feminino estrógeno, que também circula no homem, embora em níveis bem mais baixos.Uma dieta desbalanceada, pobre em fibras e rica em gorduras saturadas, tanbém se inclui entre os possíveis fatores desencadeantes da hiperplasia ou do cancêr.Raça, fumo e poluição não são elementos determinantes para a hiperplasia.Já no caso de cancêr, estudos realizados nos Estados Unidos constataram que os negros são mais propensos a essa doença que os brancos e os orientais.
Na hiperplasia,o crescimento da glândula ocorre na camada mais interna(abaixo das regiões periférica e central)."O crecimento comprime a uretra, afetando a micção-o ato de urinar-"explica o urologista Milton Borrelli Junior.O jato urinário fica fraco, causa ardência e demora para sair, por maior que seja o esforço.Sem contar que as idas ao banheiro se tornam frequentes e quase sempre deixam a sensação de bexiga cheia.
Outras doenças, como a infecção urinária, podem surgir, devido à hiperplasia.A dificuldade de urinar causa a retenção do líquido na bexiga, favorecendo a proliferação de bactérias, agentes de infecções.A retenção também pode provocar lesões no músculo da bexiga e o aparecimento de cálculos nesse órgão, podendo comprometer as funções renais.Devido às lesões, os resíduos da urina aglutinam-se, formando pequenos cristais e posteriormente cálculos(pedras)que causam dor e cólicas.No segundo caso, a urina volta para o ureter(canal que liga os rins à bexiga),fazendo um percurso inverso ao da saída.Às vezes chega até os rins.Em estágios avançados de hiperplasia, parte da urina pode cair no ducto deferente, tubo que leva os espermatozóides às vesículas seminais, localizadas atrás da bexiga, gerando também infecção da próstata e dos testículos(orquite).
A hiperplasia pode ser diagnosticada por meio de toque retal associado a um exame de sangue, em que se mede a quantidade de antígeno prostático específico(PSA), proteína produzida pela próstata(quando há alguma alteração).Esse exame também pode sugerir a presença de cancêr.A confirmação ou não desse diagnóstico é feita por biópsia, que nada mais é do que a análise em laboratório de uma pequena amostra dos tecidos prostáticos.
Estudos recentes indicam que cerca de 40% dos casos de hiperplasia podem ser tratados com medicamentos.Não reduzem o crescimento da glândula, mas eliminam os sintomas, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.Os alfabloqueadores, por exemplo, apresentam bons resultados no estágio inicial da doença.São substâncias que relaxam a musculatura da próstata, impedindo que a uretra seja pressionada.Com isso, a urina sai mais facilmente.Os resultados se notam em tres ou quatro semanas.Pode causarefeitos colaterais, como dor de cabeça, tontura e indisposição generalizada no início do tratamento.As drogas de última geração, à base de finasterida, no entanto, podem ser mais eficazes.A substância bloqueia a produção de enzima Alfa redutase, que atua na transformação da testosterona, o hormônio masculino.Ou seja, torna esse hormônio menos ativo, determinando, dessa forma, a redução do volume prostático,Os efeitos benéficos da droga são notados depois de seis meses do início do tratamento, que não deve ser interrompido, sob o risco de a glândula voltar a crescer.
Em último caso, quando ela já pesa mais de 60g, recorre-se a cirurgias para resolver o problema.O objetivo é remover a camada que provoca o strangulamento da uretra.Um único incoviniente: os ductos ejaculatórios localizados na próstata podem ser afetados, comprometendo a ejaculação, ou seja, durante o orgasmo, o esperma, em vez de seguir pela uretra em direção ao pênis, atinge a bexiga.dessa forma a fecundação só seria possível por inseminação artificial.A boa notícia é que não existe nenhum indício de que as cirurgias de hiperplasia possam afetar o desempenho sexual nem causar impotência."Apesar de não ejacular esperma, e sim, secreções, os homens operados da próstata tem ereção e orgasmo", afirma o urologista Marco Lipay.Em pacientes mais idosos, com idade acima de 80 anos, ou debilitados, essa cirúrgia é contra indicada.O recurso seria introduzir uma prótese na uretra, tubo que facilita o escoamento da urina.
__Alerta total__
Bem mais perigoso que a hiperplasia, principalmente por não apresentar sintomas no início, quando poderia ser curado, o cancêr de próstata é uma das doenças que mais preocupar os especialistas, devido às altas taxas de mortalidade.À medida que a doença avança, comprometendo não apenas a glândula, mas atingindo outros órgãos, surgem os sintomas, que são praticamente os mesmos da hiperplasia-por isso não convém entrar em pãnico caso elas se manifestem.
Se o toque retal e a análise do PSA indicarem alguma suspeita de cancêr, os médicos costumam realizar outros exames complementares, como a ultra sonografia, que permite a visualização da região num vídeo, e a biópsia.Se a doença estiver limitada à região da próstata, uma das alternativas é a retirada da glândula e das vesículas seminais por meio de cirurgia.O inconviniente é que ela pode deixar graves sequelas: cerca de 3% a 10% dos pacientes operados apresentam incontinência urinária e entre 5% e 10% ficam impotentes.Mas graças aos avanços das técnicas cirúrgicas, a grande maioria dos pacientes pode levar vida normal, desde, claro, que o cancêr esteja em estágio inicial.Outra opção é combater as células cancerígenas com radioterapia(emissão localizada de radiação).Depois de algum tempo, esse método costuma provocar os mesmos efeitos colaterais da cirurgia e, além de tudo, nem sempre é eficaz.
Quando o tumor é detectado em fase avançada, os médicos optam pela terapia hormonal, que cinsiste em reduzir os n´veis de testosterona para evitar a multiplicação das células cangerígenas.essa forma de tratamento baseia-se na retirada dos testículos, que produzem boa parte do hormônio:ou na administração de medicamentos que inibem sua produção.No entanto,são medidas que apenas desaceleram o avanço da doença.No futuro, os cientistas acham que será possível tratar o cancêr de próstata por meio da terapia genética."Esse método consiste em selecionar em laboratório os genes-unidades celulares dos cromossomos, responsáveis pela características hereditárias de uma pessoa-e introduzi-los no organismo, com fins terapêuticos.Isso por que, quando apresentam algum defeito ou perderam sua função, esses genes podem provocar cancêr", explica a geneticista Mônica Nunes.Mas que fique claro: é uma tentativa de barrar o aparecimento da doença, apenas sob o ponto de vista da herança genética.É bom lembrar que há outras hipóteses prováveis por trás da origem desse tipo de cancêr.
__Nem lá, nem cá__
Além da hiperplasia e do cancêr, a próstata pode ser afetada por prostatites, independentemente da faixa etária.São inflamações que incomodam, mas estão longe de assustar, pois podem ser tratadas com medicamentos e os resultados surgem em poucas semanas.São três so tipos de prostratites:as agudas, as crônicas e as chamadas prostatoses.As duas primeiras são provocadas por bactérias, geralmente as mesmas que desencadeiam as infecções urinárias.A diferença entre ambas está relacionada basicamente aos sintomas.As prostatites agudas provocam febre, mal estar generalizado, dificuldade e ardência para urinar.As crônicas apresentam todos esses sitomas, menos febre, aliado a certo desconforto na região entre o ânus e o escroto(bolsa que envolve os testículos).
A prostatose, também conhecida por prostratite não bateriana, apresenta os mesmos sintomas da crônica.Sem causas definidas, ela é diagnosticada pela análise do esperma,assim como a prostatite crônica.Já as prostatites agudas são desmascaradas por exames de urina que acusam a presença de bactérias.Ao contrário do cancêr e da hiperplasia, as prostatites dificilmente provocam alterações no tamanho do órgão.
Apesar de extremamente vulnerável, a próstata não está aí para causar transtornos.Se quizer evitar surpresas desagradáveis com o passar dos anos, é preciso ficar atento e, vale reiterar, não deixar de fazer exames clinicos regulares a partir dos 45 anos.Ainda são o único meio de prevenir problemas na área.Deixe o preconceito de lado e marque consulta com um urologista, mesmo que não exista suspeita de doença.
Fonte:
Saúde é vital.














FRASE DO DIA

Deus fez as pessoas para serem amadas e as coisas para serem usadas:
mas por que amam as coisa e usam as pessoas?
Bob Marley

ORAÇÃO

"Ó DEUS Onipotente, Criador do Céu e da terra, perdoa a pobreza, a pequenez, a pluerilidade de nossos corações.Não escutes as nossas palavras, mas sim os nossos gemidos inexprimíveis: não atenda as nossas petições, mas ao clamor de nossas necessidades.Quantas vezes pedimos aquilo que possuímos e deixamos desaproveitado!Quantas vezes sonhamos possuir aquilo que nunca poderá ser nosso!
Ó Deus,nós te agradecemos por este mundo, nosso grande lar: por sua vastidão e riqueza, e pela vida multiforme que nele estua e de que todos fazemos parte.Louvamos-Te pelo esplendor do céu azul e pela brisa da tarde, e pelas nuvens rápidas e pelas constelações nas alturas.Louvamos-te pelos oceanos imensos e pela água corrente: pelas montanhas eternas, pelas árvores frondosas e pela relva macia em que os nossos pés repousam.
Nós te agradecemos os múltiplos encantos com que podemos sentir, em nossa alma, as belezas da Vida e do Amor!
Ó Deus, Clemente e Misericordiodo, perdoa a pobreza, a pequenez, a pluerilidade de nossoscorações!














sábado, 21 de agosto de 2010

FRASE DO DIA

Não há satisfação maior do que aquela que sentimos quando proporcionamos alegria aos outros.
M. Taniguchi