A segunda vez que fui pra Barra, foi co o Renatinho araujo, mecanico de motos, que posteriormente veio a trabalhar na minha oficina, a S.O.S. Motos.O renatinho era outra criatura "só alegria", gente boa, bom companheiro. Neste passeio inventamos de fazer um passeio de barco, aquele com refeição a bordo, que sai às 9:30 e volta às 13:00. O passeio da eclusa é uma aventura inédita, pois ficamos cercados pelo verde da vegetação, o azul celeste e o verde azulado das aguas. Uma obra que tem 142 metros de comprimento, 12 m. de altura e um desnivel de 26 metros, transpondo as embarcações de nivel a nivel, tornando possível o tráfego normal das mesmas.Mas este passeio pela ecluda tambem foi marcado não só pela aventura e beleza, mas por uma brida entre dois casais, em que um dos rapazer pega uma faca na mesa e intimida o outro, com aquele baguça danada até a chegada dos gurdas da embarcação.E o pessoal gritava em côro: joga no rio, joga no rio!
sábado, 31 de julho de 2010
Barra bonita, cidade simpatia.
Conheço Barra bonita ja faz uns trinta anos.A primeira vez que fui `Barra foi com um Suiço, que estava aqui no Brasil morando por alguns anos, pois seu pai era gerente da Nestlé e andava pelo mundo.Este amigo era o Jules Henri Meylan, que era uma companhia super agradavel. Bem,em 1983, fomos passar o carnaval em Barra, quando ainda tinha o CCB-camping clube do Brasil, onde hoje é a marina.Camping com estrutura, lugar gostoso, vizinhança das barracas tudo boa gente, muita alegria no ar por causa do carnaval.`noite dando uma volta de carro pelo centro, aquela fila de automóveis, e aquele movimento de gente pelas calçadas, e eis que umas meninas mexeram com o Jules, que estava no volante do meu Chevette, bateu na trazeira de uma Brasilia de São Manoel. paramos, aquela bagunça de buzinas, fomos para uma rua sossegada para conversarmos.A moçinha que dirigia a Brasilia queria receber em dinheiro o valor dos estragos.Tina amassado o parachoque e quebrado uma lanterna, e o chevette foi-se o parachoque e um farol.Só que tinhamos ido praticamente com o dinheiro contado, e vai daqui, vai dali, nos apresentamos, falamos quem éramos, onde morávamos, e pedimos para ela esperar até quarta a tarde, o dia em que o bando voltava a abrir, para poder pedirmos para meu pai fazer uma ordem de pagamento, pois naquela época não tinha cartão,nem celular e a vida era descomplicada.Ficamos amigos das meninas da brasilia, e elas não desgrudaram da gente.Foi um barato...
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